domingo, 10 de abril de 2011

Tem certeza que é uma cobra?

Espécie de lagarta usa camuflagem para se proteger

 


Você acreditaria se dissessem que este animal não é uma cobra? Pois então pasmem, ele não é. Trata-se de uma lagarta muito pouco conhecida, cujo nome científico é Hemeroplanes cartepillar. Ela habita as florestas úmidas do México e da América Central e é dificilmente avistada.
 
Sua aparência normal não é essa – diga-se de passagem, bem assustadora. Tal transformação ocorre quando ela se sente ameaçada, ganhando assim cores, olhos e formatos de uma cobra. A espertinha ainda simula ataque - mesmo que inofensivos, já que não são venenosas. A lagarta eleva a metade superior do seu corpo a partir da superfície e inflando para parecer uma jararaca e assustando o possível predador. 

Infelizmente esse é mais um, dentre os muitos animais, que estão ameaçados de extinção. O crescente desmatamento das florestas está acabando com o habitat natural desses bichinhos. Caso essa destruição não seja interrompida, há uma grande possibilidade dessas lagartas desaparecerem totalmente e assim perdermos mais uma espécie rara da natureza.

 

segunda-feira, 4 de abril de 2011

O que provoca a aurora boreal (e a austral)?


A aurora polar, fenômeno natural caracterizado por luzes coloridas no céu, é causada pela interação de partículas carregadas de energia provenientes do vento solar com a camada magnética da terra, conforme explica o astrônomo e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Basílio Santiago.
   "O Sol não apenas emite luz, mas também o que chamamos de vento solar, que são partículas subatômicas de alta energia", diz.
Algumas partículas são desviadas, enquanto outras interagem com as linhas do campo magnético da Terra - as correntes das partículas dentro dos campos magnéticos se dirigem aos pólos. Essas correntes são chamadas "correntes de Birkeland", em homenagem ao físico norueguês Kristian Birkeland, que as descobriu no início do século 20.
"Ao se concentrarem lá, elas (as partículas solares) interagem com as partículas das camadas mais altas da atmosfera terrestre, o que leva à emissão de luz. É isso que vemos no céu, quando perto dos pólos, na forma de aurora boreal ou austral", esclarece Santiago.
Uma aurora polar normalmente é observada à noite e ocorre na ionosfera, onde as partículas colidem nos íons de oxigênio e nitrogênio e transferem para eles sua carga de energia. Ao voltar para suas orbitas originais, os elétrons nos átomos de oxigênio e de nitrogênio irradiam energia em forma de luz. Essa luz produz a aurora, e as diferentes cores provêm da irradiação dos diferentes íons.
Em latitudes do norte, o fenômeno é chamado de "aurora boreal". O nome vem da deusa romana do amanhecer, Aurora, e de Boreas, o deus grego dos ventos norte. O povo indígena Cree chamava a aparição das luzes de "Dança dos Deuses", enquanto na Idade Média as auroras eram consideradas sinais divinos.
Nas altas latitudes sul, o fenômeno é muito semelhante ao que ocorre no norte, porém recebe o nome de "aurora austral". Só é visível em locais como a Antártida, o sul da América do Sul ou Austrália.
A aurora não é exclusividade da Terra. Como é um fenômeno externo, ela pode ocorrer em outros planetas próximos ao Sol, como Vênus e Marte. Saturno e Júpiter também possuem campos magnéticos e grandes cintos de radiação. O efeito da aurora vem sendo observado em ambos, mais claramente com as descobertas feitas pelo telescópio Hubble.

Por que os líquidos borbulham ao ferver?



 Partes do líquido viram gás e formam as bolhas que, por serem menos densas, sobem até a superfície e se desprendem para a atmosfera.

Ferver, de acordo com o físico formado pela USP e integrante do grupo de espetáculos científicos Ciência em Show, Gerson Santos, significa entrar em ebulição, mudar do estado líquido para o gasoso. "Quando um líquido é aquecido até seu ponto de ebulição, ele começa a sofrer essa mudança de estado físico. Partes do líquido no interior do recipiente viram gás e formam as bolhas que, por serem menos densas do que o líquido, sobem até a superfície e se desprendem para a atmosfera", esclarece ele.
Gerson ainda explica porque esse efeito é tão perceptível quando fervemos água no fogão. "Como o fogo aquece a parte de baixo da panela, as primeiras moléculas a evaporar são as de baixo, que sobem por todo o líquido formando um conjunto grande de bolhas subindo pela panela", finaliza.

sábado, 19 de março de 2011

RECICLAGEM

Quanto do todo é reciclado no Brasil, por material:

90% Latas de alumínio

45% Papel 

47% Vidro

21,2% Plástico

24% Aço

E apenas 1% do lixo é reciclado na cidade de São Paulo. Reciclar 1 tonelada de papel economiza 17 árvores adultas.

Planta detecta a presença de explosivos



Quando recebem excesso de luz solar, as plantas liberam substâncias chamadas terpenoides, que engrossam as folhas e alteram sua cor. A pedido do Pentágono, cientistas americanos criaram uma técnica para manipular esse mecanismo e fazer com que a planta mude de cor na presença de explosivos. É uma versão transgênica do tabaco (Nicotiana tabacum), que poderá ser usada em aeroportos e locais visitados por terroristas. o problema é que a planta leva 12 horas para mudar de cor. Mas os cientistas estão tentando acelerar o processo. 


FONTE: SUPER MARÇO 2011

sábado, 5 de março de 2011

A VOZ DO SERVIDOR: O boi zebu e as formigas

A VOZ DO SERVIDOR: O boi zebu e as formigas: "Um boi zebu certa vez Moiadinho de suó, Querem saber o que ele fez Temendo o calor do só Entendeu de demorá E uns minuto cuchilá Na sombra d..."

Nova espécie de peixe é descoberta na bacia amazônica

Espécie foi encontrada no conjunto de unidades de conservação da Calha Norte, no Estado do Pará

 


Uma nova espécie de peixe foi descoberta durante expedições realizadas na bacia amazônica por pesquisadores do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG). As informações são da Agência de Comunicação do MPEG.
O peixe foi coletado durante expedição realizada no igarapé Curuá, afluente do rio Amazonas, no Pará, na Estação Ecológica Grão Pará.  
 “É um peixe muito pequeno, que foi coletado quase no fim dos trabalhos no igarapé. Devido ao seu tamanho, acreditamos ser uma espécie difícil de ser encontrada, tanto que só conseguimos coletar um único individuo” relata Wolmar Wosiacki.
Wolmar é pesquisador e curador da coleção ictiológica do MPEG. A descoberta da espécie foi divulgada em um artigo na revista Revista Zootaxa em janeiro de 2011, publicada por Walmar, Luciano Montag, professor da Universidade Federal do Pará, e Daniel Coutinho, do Programa de Pós-Graduação em Zoologia.
A espécie foi identificada com o nome científico Stenolicmus ix
Esta espécie de peixe se difere das outras pelo comprimento dos barbilhões (filamento olfativo ou gustativo) nasais e maxilares; pelo padrão de coloração da região dorsal do tronco e pelos olhos e comprimento da cabeça proporcionalmente grandes, entre outras características descritas no artigo.

Habitat 

A nova espécie foi coletada com uma peneira nas cabeceiras do Rio Curuá (PA) e, com ele, outras quinze espécies foram observadas.
Segundo os autores do artigo, não é possível afirmar o tipo de ambiente utilizado pelo peixe, porque não foram realizadas observações das espécies em seu habitat natural.
No entanto, pode-se sugerir uma associação a ambientes arenosos considerando o fato de que a maioria das espécies próximas à descrita são associados a este tipo de ambiente.